LIVRE OU APRISIONADO ?

Há um aspecto interessante  dentre tantas perguntas que são feitas numa existência, é claro, para aqueles que questionam, refletem, querem mais, ampliam seus horizontes, não são os acomodados. Uma questão se refere ao livre arbítrio. Muitas são as pessoas que afirmam – é minha liberdade, sou livre para agir e portanto, devo ser respeitado sempre. Porém, esquecem que vivemos juntos, e para sermos respeitados precisamos respeitar. Que liberdade depende do outro. Que todo agir está submetido a consequências de escolhas, as quais somos responsáveis. Então, livre arbítrio está diretamente vinculado à ética, ao ser ético, diferente do moralista. Então, “não há nada muito misterioso no livre arbítrio. Você faz o que quer fazer e não faz o que não quer fazer”. Rebe Nachman de Bratslav (1772-1810). O livre arbítrio sempre estará na condição de um aprisionamento e de uma liberdade. Até onde posso ir? Quais as consequências, no agir como no pensar. Portanto, pensar bem faz bem.

Abraços    ****

vivi

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