MUNDOS POR FAZER …

Muitos são os mundos por fazer em cada um de nós. Você já pensou em fazer poesia? Fazer mundos poéticos em seu viver? Fazer das suas palavras poemas que se poetizam na precisão amorosa dos acontecimentos? Uma palavra lançada cuidadosamente já é em si mesma um poema que transmuta mundos internos e externos. Cuide das palavras, dos gestos, dos pensamentos, dos afetos, dos deslocamentos no espaço, do movimento, do tempo em suas doses, das vibrações, das sonoridades … todos são mundos por fazer e criar e transmutar com as alegrias intensivas de uma vida potente.

Abraços   ****

Vivi

POTÊNCIA DA EXISTÊNCIA

Existir é potencializar-se. A existência já é portadora da potência vital. Acessar a potência no ato de se efetuar, é estar no acontecimento. Quanto mais nos diferenciamos nas relações que acontecem no tempo presente dos acontecimentos, mais potência intensiva retorna para si mesmo. Se alimentar de mais potência de existir, é viver a alegria ativa e afirmativa de uma vida que não está separada do que pode.

Abraços   ****

Vivi

UMA NOVA ARQUITETURA

Através de um olhar mais apurado, já é perceptível que a comunidade humana vem construindo uma nova arquitetura de socialização e politização, incluindo a economia e a justiça. No contexto social, novas zonas de passagem tem sido   disponibilizadas para fluírem maneiras diferenciadas do viver. Para nascer o novo, é necessário que o velho seja abandonado. Resistências são enfrentadas mas, as novas arquiteturas inegavelmente já estão sendo erguidas. Novas vozes já se manifestam apontando a necessidade de construirmos juntos relações não idealizadas mas, realizadas e realizáveis.

Abraços   ****

Vivi

LIBERAR A VIDA …

Quando a vida está prisioneira num corpo e a zona de passagem impede os fluxos da potência, há um ser em sofrimento. Liberar a vida onde ela está prisioneira, já é em si um grandioso acontecimento. Corpos domesticados, aprisionados e dominados por uma máquina social, são corpos, mentes e afetos que acumulam frustrações, culpas, medos e ressentimentos. São seres adoecidos! São seres separados da vida ao que ela pode! As dores do sofrimento, são efeitos de uma vida aprisionada. Liberar a vida, liberar a potência vital, liberar as zonas de efetuação e produção de Si, é liberar a vida ao que ela pode.

Abraços   ***

Vivi

EM MEIO A GUERRA ONDE ESTÁ A PAZ?

Onde está a guerra? Seria a guerra o oposto da paz? Então o que é a paz? Se existe a guerra, onde e como ela começa? Se existe a paz, onde e como ela começa? Estas perguntas são muito mais para serem pensadas do que necessariamente respondidas, afinal os limiares territoriais são de difícil definição. A guerra como a paz, existem por efeito e não por causa. Tanto a guerra como a paz começa em nossos corpos, em nossa mente, em nossos afetos, que tem sido capturados por uma máquina social de soberania que insiste em nos tornar tipos reativos.

Abraços   ****

Vivi

A VIDA QUER SE EFETUAR

A vida sempre está em busca de maneiras de se efetuar e não em formas para se enquadrar. Contudo, a máquina social insiste em criar a necessidade através da falta e da carência, para que queiramos modelos ou formas prontas de auto realização, ainda receitas mágicas e salvacionistas ou que acreditemos em promessas idealizadas que jamais se cumprirão. Enganados pelas idealizações que nos fazem acreditar que somos seres da falta, nos deixamos ser enquadrados pelas formatações que nos entristecem e nos adoecem.

Abraços   ****

Vivi

A VIDA …

A vida quer se efetuar! A vida ao se efetuar nos acontecimentos, está o tempo todo afirmando a sua potência na existência. Quando pegamos a nossa vida em nossas próprias mãos, podemos afirmar uma vida ativa, alegre e potente na diferenciação de si mesmo, como um ato de potência. Quando afirmamos a vida, nos efetuamos, nos diferenciamos e nos singularizamos com outras singularidades e nos preenchemos de mais potência de viver e existir.

Abraços   ****

Vivi

A VIDA …

A vida quer se efetuar! A vida ao se efetuar nos acontecimentos, está o tempo todo afirmando a sua potência na existência. Quando pegamos a nossa vida em nossas próprias mãos, podemos afirmar uma vida ativa, alegre e potente na diferenciação de si mesmo, como um ato de potência. Quando afirmamos a vida, nos efetuamos, nos diferenciamos e nos singularizamos com outras singularidades e nos preenchemos de mais potência de viver e existir.

Abraços   ****

Vivi

DESINVESTIR PARA INVESTIR

Se até então a comunidade humana investiu na falta, onde sempre alguma coisa está faltando, sempre a carência está se manifestando em dívidas, em culpas, em vitimizações, em hipocrisias, o momento agora sinaliza para outros horizontes. Se faz necessário compreender que, na carência nunca iremos encontrar a plena realização de si mesmo. Talvez o caminho seja, desinvestir na necessidade de reconhecimento para suprir uma falta inexistente e investir na alegria ativa do diverso, da diversidade, da diferenciação.

Abraços   ****

Vivi

CUIDADO COM O IGUALAR

Quando optamos por nos igualar, repetir as formas idealizadas, insistir nos modelos oferecidos pelos receituários sociais, estamos rebaixando a nossa vida e nos separando do que a vida pode em nós. Cuidado com esta falácia do igualar! Podemos ser iguais dentro de um “certo contexto de humano”, mas jamais deixar de sermos singulares e diversos. Igualar não significa igualdade. Nós seres humanos, na potência da existência, somos seres ativos de se diferenciar, criar e exercer a nossa singularização na efetuação de si mesmo, em relação com os outros seres na existência.

Abraços  ****

Vivi