SERÁ MESMO QUE MUDOU?

A sociedade mudou radicalmente. Desde os hábitos alimentares, ao ritmo dos deslocamentos que nos impõe aceleração até no andar, a forma como lidamos com o tempo, as expressões da linguagem, o descartável até das nossas roupas e relações, tudo evidencia mudanças. Fato é que estamos na geração da velocidade, da tela-plana e do iPhone, onde a tecnologia nos oferece novidades a cada dia , disponíveis para consumo imediato. Apesar de todas estas mudanças, ainda nos comportamos e queremos os mesmos modelos controladores e coercitivos dos séculos passados. Ainda nos manejamos numa “cultura persecutória e punitiva, que tende a promover experiências negativas relacionadas à confrontação, perseguição, exclusão, hostilidade, rivalidade, ressentimento e mentira. Emoções perturbadoras, causadoras de mais sofrimento. Típicos traços de uma cultura de guerra.”  Estas são as palavras do juiz de Direito, Leoberto Brancher, quando propõe reflexões referentes às mudanças sociais, na direção de encontrarmos novos caminhos para o nosso manejo social, frente aos inúmeros desafios apresentados pela violência em todas as suas manifestações. Rever esta forma apresentada pela cultura de dominação e controle para sustentar investimentos numa cultura de parceria e inclusão, onde cada cidadão e toda a comunidade é corresponsável no processo social para reverter este quadro, talvez seja nossa tarefa mais urgente. Sabemos que podemos mudar, sabemos que esta mudança é possível, sabemos que temos conhecimento, tecnologia e os meios necessários para fazê-lo, mas precisamos fazer. Estamos na hora da ação, afinal somos todos seres humanos, sábios, amorosos e potentes. Basta querer!

Abraços   ****

Vivi

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