REFLEXOS DO ALTRUÍSMO INDIVIDUAL

A linguagem considerada “popular”, abriga uma afirmação que diz: “uma andorinha não faz verão”. Com ela passamos a acreditar, de forma pessimista, que diante de grandes desafios do coletivo não há o que fazer, ou seja, uma  só pessoa não tem espaço para agir. Aqui caímos na armadilha mental do pessimismo que de certa forma, justifica nossa preguiça mental e atitudinal. Ocorre que, o viver-junto tem evidenciado que um pequeno grupo de pessoas ou até mesmo uma pessoa,  pode ser um fator alavancador de mudanças em seu meio, com decisivos reflexos no meio maior e como elos, que se expandem, transformar um coletivo. Quanto a isto, temos muitos exemplos que a história nos oferece. Pensar e agir para o bem-estar do outro, dos outros, em consideração com a preservação  de tudo que vive, para garantir um futuro de qualidade para as gerações futuras, é encontrar um ponto onde o altruísmo individual reflita e se estenda para uma nação. As boas ações, os gestos e atitudes generosas e responsáveis de uma pessoa, pode ser um catalizador para mais ações e atitudes benevolentes. Uma só atitude altruísta, pode ser fonte de inspiração para muitas outras pessoas com inúmeros desdobramentos. Quanto mais pessoas entenderem que fazemos parte de uma rede dinâmica e interativa, onde as ações afetam a nossa felicidade, a qualidade de vida e todo o ambiente natural, maior será a expansão e os consequentes reflexos altruístas, para todos os seres viventes. Compreender esta dinâmica, em nossa dinâmica mental e comportamental, é um dos desafios e compromisso em nosso viver neste presente. Uma pequena atitude altruísta de hoje, poderá ser um grande elo transformador para o amanhã.

Abraços   ****

Vivi

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