RECONQUISTAR A CORAGEM

Será que nesta passagem evidente da modernidade para a pós-modernidade, poderá emergir no imaginário coletivo, a reconquista da coragem? Será que a pós-modernidade transformará as energias geradoras de medos e ódios, para ajustamentos que reivindiquem o “amor mundi” autêntico, para nutrir a brotação da coragem do estar-junto? São tempos decisivos. Há que abrir os olhos para enxergar que o modelo progressista que desconsidera as tradições culturais, os mitos, as celebrações, a experiência vivificante do estar-junto, se esgotou e novas ondas de uma sustentabilidade inclusiva estão emergindo de forma contundente. As “forças alavancadoras” de Pascal a Nietzsche, de Euclides e Newton e de tantos outros e outras,  revelam a coragem de pessoas visionárias que abriram caminhos para toda a humanidade. Apostar no potencial da existência humana,considerando a experiência concreta dos corpos vivos que se revelam nas vozes sociais através de um presente vivido em comum, na poética da interdependência, que liga e religa a vida, talvez seja mais que um desafio pessoal mas uma emergência do viver junto.

Abraços    ****

Vivi

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