“PRIMEIRO EU”

Quando depositamos nosso esforço pessoal, consciente, em desfazer a atitude egoísta do “primeiro Eu”, começamos a perceber que nossos horizontes se ampliam, nossos medos tendem a se dissiparem e nosso “eu” verdadeiro cresce e ainda se fortalece. Uma mentalidade aprisionada na mesquinharia infantil de ser o centro das atenções, apenas alimenta as emoções destrutivas. Estas são emoções muito antigas que herdamos de nossos primeiros ancestrais, que fazem parte do nosso processo evolutivo mas que, na atualidade não fazem mais sentido. A maturidade é capaz de nos fazer conectar com aspectos da nossa consciência mais elevada, que ao ser alimentada por uma escolha e motivada pelo crescimento pessoal, permite que o excelente em nós possa ser revelado. A passagem do “primeiro eu” para uma conjugação entre um “eu” e um “nós” ao mesmo tempo, nos enriquece, nos faz construir uma musculatura interna de mais plenitude. Ninguém se constrói sozinho, cada ser humano se faz junto, é através da experiência viva do “nós” que  podemos nos reconhecer em nossa humanidade comum e pessoal, o que nos faz indivíduo/pessoalidade e ao mesmo tempo coletivo/socialidade. A experiência viva do nós, abre os espaços que alimentam a capacidade humana de ser mais humano.

Abraços    ****

Vivi

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