O QUE NOS FAZ BRILHAR

A cada dia fica mais evidente através das vozes de cientistas políticos, antropólogos, neurocientistas,sociólogos, filósofos e tantos pensadores, quando refletem sobre os desafios que o humano tem se deparado neste contemporâneo. Uma das vozes, é a que tem ganhado ênfase na referência ao amor, à capacidade de amar, aos afetos, à compaixão, auto-compaixão, ao altruísmo. Nesta mesma sintonia, ouvimos as vozes que questionam sobre a interferência de um coletivo patológico, que tem comprometido os relacionamentos, que insiste em retirar a confiança na capacidade regenerativa e potente do humano vivo. Amar é também a capacidade de saber compreender, de saber ouvir e ver em amplitude dimensionada, para poder compreender e ainda, propor caminhos de renovação, restauração.Mas, para amar o outro e todos os outros, com atitude inclusiva e compreensiva, é preciso primeiro ter a experiência pessoal de se amar e se compreender. Lembrar que a mente é capaz de construir cenários a partir de um coletivo adoentado, conduzindo pessoas a acreditarem nestes cenários por elas criados, porque não são a realidade da vida e a partir deste patamar, generalizar como sendo estas criações verdadeiras e portanto, passíveis de serem exterminadas, desprovida de qualquer escrúpulo. Amar é também saber compreender estas disfuncionalidades sociais para agir com determinação, clareza e compreensão. Aqui nasce o brilho da alma humana, na sua capacidade plena de se entregar a si mesma, quando faz contato com a potência da vida, que todos, absolutamente todos os seres vivos possuem, é só acessar. Brilhar, iluminar, é ser a Luz Divina que já está em todos nós e isto é ética, é compromisso irresistível com os valores universais, onde o bem comum vai além da ignorância infantilizada.

Abraços    ****

Vivi

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