O QUE HÁ DE BOM

Tudo depende do olhar com o qual vemos o mundo. A compreensão passa pelo filtro mental, pelo “como” vejo o que vejo, e este “como” interpreta o mundo. No livro – Os Caminhos de Mandela – Richard Stengel afirma que “Mandela vê o que há de bom nos outros porque está em sua natureza e em seu interesse.” Embora considerando os riscos emocionais, Mandela procurava ver o que havia de bom e honesto nas pessoas em sua vida diária. Dizia Mandela “É bom supor, agir com base no fato de que os outros são homens de integridade e honradez, porque você tende a atrair integridade e honradez, se é dessa forma que você julga aqueles com os quais trabalha. Acredito nisso.” Olhamos, interpretamos o mundo,  julgamos os acontecimentos e as pessoas com as quais nos relacionamos, a partir de uma certa forma, a partir de uma lente pessoal. Sabemos também, pela linguagem popular “Diga-me com quem andas e dir-te-ei quem és.” ou ainda, “quem semeia vento colhe tempestade.” A escolha é pessoal. Podemos escolher o que há de bom ou o que há de maldoso ou ainda, desagregador na existência. Cada um vê o mundo conforme as suas lentes mentais pois, é com elas que irá enxergar a si mesmo. Um olhar pessoal de si mesmo maldoso ou duvidoso e desconfiado, irá ver o mundo de forma maldosa, duvidosa e desconfiada. Aqui também é uma escolha pessoal mas, aqui também habita a liberdade e o poder da mudança.

Abraços   ****

Vivi

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