O QUE ESTAMOS DEIXANDO … E … PARA ONDE ESTAMOS ….

Estamos em crise. Esta é uma voz que soa alto nos quatro cantos do planeta, crise na família, na escola, na justiça, na saúde, no trânsito, ruas e calçadas, crise na moral, na fé, seguindo desgovernadamente, contaminando o institucional e o particular. Em meio às mais diversas mutações, é possível intuir as pistas por onde se escondem as indicações que permitem compreender “o que estamos deixando de ser e para onde nos dirigimos”, na afirmação de Paula Sibilia. Um conjunto de fatores relevantes apontam neste processo, a “crise da escola”  e dos sistemas de vigilância com suas iniciativas de registros eletrônicos, como elos significativos das transformações sociais. A escola, sua pedagogia, seus sistemas disciplinares, metodológicos, estratégias de aprendizagem, seus protagonistas, evidenciam com total clareza “aquilo  em que estamos nos transformando, cada vez mais distantes de tudo o que deixamos de ser”, na afirmação de Paula Sibilia. O sentimento tedioso que acomete, sobretudo os jovens do contemporâneo, sob ameaça de exclusão e até de inexistência relacional nas redes sociais, do Facebook ao Twitter, no fervoroso desejo de ser desejado e buscado, é sintoma do processo mutacional, onde os corpos e as subjetividades são afetados porém, desprovidos de sentido e significado na direção a seguir. Perdemos as referências anteriores, discursos que já não fazem mais sentido e ao mesmo tempo, não conseguimos enxergar caminhos  para onde nos dirigir. Estamos em crise! Será? Então, como prosseguir?

Abraços    ****

Vivi

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