O MEDO DA ALEGRIA

A conexão consciente de uma consciência com a potência da vida, é uma experiência de tamanha magnitude que muitas pessoas evitam de vive-la. O medo da alegria genuína é o medo da potência da vida. A recusa ao contato com o mais potente no humano, tem haver com um sentimento de   assustamento. O sentimento gerado pela alegria de um viver em plenitude, em que a palavra se torna incapaz de explicar, é tão intenso que o assombro pode gerar um recuo. A cultura controladora do recatado, onde a extroversão muitas vezes é mal interpretada, confunde alegria espontânea do coração com deselegância ou exibicionismo. Gera-se a confusão entre alegria e euforia. A euforia vem da ansiedade, vem da agitação que se confunde nas distrações, vem do estresse, das compensações e projeções. A alegria genuína que nasce de um coração amoroso, é nutrida por uma consciência atenta de sua consciência, de uma subjetividade cujo observador interno tem auto governabilidade de si, de sua mente, emoções e pensamentos. Um sujeito que tem um foco interno. A verdadeira alegria de uma consciência plena de si é radiante, é a vitalidade potente da vida vivida em sentimentos, em sensações, em corpo, mente e espírito. É a experiência do sagrado no presente vivo de cada instante vivido.

Abraços    ****

Vivi

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