O INCERTO E A ESPERANÇA

“Tempos de desesperança são repletos de tumbas de profetas desonestos e falsos salvadores…. Preocupam-se (as instituições) com a política reduzida a espetáculo; os cidadãos, a espectadores; o discurso político, a oportunidades para tirar a foto; e a batalha de ideias, à competição entre “marqueteiros”? “  Esta reflexão apresentada pelo escritor e pensador da modernidade, que a qualificou como “modernidade líquida”, se mostra completamente atual. Em seu livro Babel, ele discute com Ezio Mauro, jornalista e escritor, a questão da democracia no cenário mundial. O que tínhamos como certo, se mostra como incerto e o que depositávamos esperança, insiste em revelar o desespero diante da manipulação das ideias em favor de interesses não democráticos. Vale a pena pensar e refletir com lucidez e discernimento.

Abraços   ****

Vivi

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *