O CÉREBRO E A SOCIALIZAÇÃO

Neurotransmissores, neuromoduladores, neurônios espelhos, plasticidade cerebral, são todos elementos funcionais do sistema cerebral do ser humano, que evidenciam a importância dos vínculos afetivos favorecendo as relações sociais entre as pessoas. O cérebro humano é um órgão de socialização. Como filhos do cuidado, desde o nascimento até a morte, todos nós humanos necessitamos do outro, da proximidade relacional com a pessoa humana, que nos acolhe, nos reconhece, nos inclui. Crianças criadas em orfanatos sem contato afetivo próximo e acolhedor, em geral apresentam sérias dificuldades para se vincularem quando chegam à idade adulta. Mesmo depois de serem adotadas por outras famílias, estas crianças depois de vários anos ainda podem apresentar níveis abaixo da normalidade de ocitocina, o neurotransmissor que reforça os laços afetivos. Estudos com Ressonância Magnética Funcional demonstram que, quando as mães olham fotos de seus filhos, regiões do cérebro ricas em ocitocina são ativadas. A qualidade afetiva, que estimula as relações vinculares e acolhedoras, são fundamentais para a socialização, para vida relacional entre as pessoas. Uma criança amada, acolhida, acalentada, terá todas as chances de ser adulto afetuoso, que certamente transmitirá em seus genes esta qualidade afetiva para a próxima geração.
Abraços ****
Vivi

Neurotransmissores, neuromoduladores, neurônios espelhos, plasticidade cerebral, são todos elementos funcionais do sistema cerebral do ser humano, que evidenciam a importância dos vínculos afetivos favorecendo as relações sociais entre as pessoas. O cérebro humano é um órgão de socialização. Como filhos do cuidado, desde o nascimento até a morte, todos nós humanos necessitamos do outro, da proximidade relacional com a pessoa humana, que nos acolhe, nos reconhece, nos inclui. Crianças criadas em orfanatos sem contato afetivo próximo e acolhedor, em geral apresentam sérias dificuldades para se vincularem quando chegam à idade adulta. Mesmo depois de serem adotadas por outras famílias, estas crianças depois de vários anos ainda podem apresentar níveis abaixo da normalidade de ocitocina, o neurotransmissor que reforça os laços afetivos. Estudos com Ressonância Magnética Funcional demonstram que, quando as mães olham fotos de seus filhos, regiões do cérebro ricas em ocitocina são ativadas. A qualidade afetiva, que estimula as relações vinculares e acolhedoras, são fundamentais para a socialização, para vida relacional entre as pessoas. Uma criança amada, acolhida, acalentada, terá todas as chances de ser adulto afetuoso, que certamente transmitirá em seus genes esta qualidade afetiva para a próxima geração.

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Vivi

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