O ATO E A PESSOA

Dissociar o ato da pessoa que cometeu o ato nem sempre é uma atitude fácil. No mais das vezes o que ocorre é colar o ato com a pessoa que cometeu aquele determinado ato. Quando o ato cometido é de violência seja ela, concreta ou moral, associamos o ato à pessoa que cometeu o delito, a ofensa, a hostilidade.  Um médico vai “combater” a doença e não o doente. Diante das situações de ofensa nas suas mais diversas formas, diante das adversidades cometidas, o grande inimigo é sempre o ódio e não quem age sob o domínio do ódio. São situações diferentes que nem sempre temos clareza. Discernir entre o ato cometido e a pessoa que cometeu aquele ato, é algo que ainda não temos clareza. Contudo, o discernimento é fundamental para compreender e separar, senão jamais sairemos do ciclo da vingança gerada pelo ódio. É preciso discernir entre vingar e responsabilizar. Pense nisto!

Abraços    ****

Vivi

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