NÃO SE ENGANE – SEJA REZOÁVEL

A célebre frase platônica “Conhece-te a ti mesmo”, afirma claramente a necessidade do autoconhecimento de si mesmo, um compromisso com a honestidade no autorreconhecimento. Quando me conheço, tenho a possibilidade de me transformar, para ser melhor. Tenho a chance de mudar se estiver inadequado. Ocorre que, a preguiça muitas vezes toma conta do nosso ser interior. São muitos os que preferem a infidelidade de si mesmo. Aqui se aloja o princípio do mal. Conhecer a si mesmo é um convite para voltar a si, ao AUTO, ao lugar interno onde a pessoa não pode se enganar, porque se reconhece. Grande parte das justificativas da impotência, do “eu não sou capaz”, tem haver com a pura preguiça de não querer se reconhecer, optando por se acomodar na zona de conforto. Às vezes aparecem discursos maquiados de humildade, que no fundo fala de um lugar de temor orgulhoso, um medo de tropeçar diante do olhar dos outros.  O mal está na falta de atenção, ao que se diz e ao que se faz, de negar a si mesmo uma presença atenta, que pode se reconhecer e se responsabilizar. Estar ausente de si mesmo é um vício, que se torna perverso quando causa sofrimento para si e para os outros. Portanto, seja razoável e preste atenção! Não se engane na distração viciosa da preguiça.

Abraços    ****

Vivi

A célebre frase platônica “Conhece-te a ti mesmo”, afirma claramente a necessidade do autoconhecimento de si mesmo, um compromisso com a honestidade no autorreconhecimento. Quando me conheço, tenho a possibilidade de me transformar, para ser melhor. Tenho a chance de mudar se estiver inadequado. Ocorre que, a preguiça muitas vezes toma conta do nosso ser interior. São muitos os que preferem a infidelidade de si mesmo. Aqui se aloja o princípio do mal. Conhecer a si mesmo é um convite para voltar a si, ao AUTO, ao lugar interno onde a pessoa não pode se enganar, porque se reconhece. Grande parte das justificativas da impotência, do “eu não sou capaz”, tem haver com a pura preguiça de não querer se reconhecer, optando por se acomodar na zona de conforto. Às vezes aparecem discursos maquiados de humildade, que no fundo fala de um lugar de temor orgulhoso, um medo de tropeçar diante do olhar dos outros.  O mal está na falta de atenção, ao que se diz e ao que se faz, de negar a si mesmo uma presença atenta, que pode se reconhecer e se responsabilizar. Estar ausente de si mesmo é um vício, que se torna perverso quando causa sofrimento para si e para os outros. Portanto, seja razoável e preste atenção! Não se engane na distração viciosa da preguiça.

Abraços    ****

Vivi

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