MUDANÇA E CONSENSO

Há quem diga que consenso é uma arte em exercício permanente, sustentada pela capacidade de manter-se atento, pela visão de mundo e valores sobre os quais um grupo está alicerçado. Toda mudança deveria ter como atitude primordial o bom senso e o consenso. Quando um grupo precisa tomar algumas decisões, ele depende do bom senso de cada um dos integrantes e do consenso que se estabelece conjuntamente entre todos os participantes. Sem estes ingredientes, o que prevalece são as reações movidas pela impulsividade, pelas emoções conflitivas e distorções de pensamento que criam imagens também distorcidas e portanto, não condizentes com a realidade dos fatos e das circunstâncias. Decisões grupais dependem deste fluxo de inteligência que favorece os entendimentos e os valores universais. Consenso e bom senso são elementos fundamentais nas relações de convivência, são atitudes que favorecem o bem estar, a respeitabilidade do senso comum, a preservação dos vínculos de confiança e sobretudo a preservação da ética. Mudanças que desconsideram o consenso, passam a ser impositivas ou se deixam cair nas armadilhas manipulatórias dos protecionismos, das conveniências, do clientelismo, da meritocracia. O consenso de um grupo depende do bom senso pessoal que se interconectam eticamente. Quando o “ethos” grupal, os modos de funcionamento de um grupo desconsidera o bom senso e o consenso, algo estará em contradição com os valores universais do bem comum, do sentido da justeza da justiça e do respeito à vida.

Abraços   ****

Vivi

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