JUSTIÇA EM CENA

A justiça e o sentimento de justiça, o que é o justo e a justa medida, acompanham a  história do humano, no cotidiano vivido pelas pessoas em suas relações, e ainda, no mais íntimo de cada ser humano. No público como no privado, no indivíduo como no coletivo, a justiça está sempre em cena e ainda, acenando a necessidade de clareza do seu  sentido e significado. Princípios de justiça frente às instituições, no estabelecimento de instituições justas e ao mesmo tempo, justiça na relação com a vida que as pessoas levam, fundamentalmente conectada ao modo como as pessoas vivem, são questões que necessitam ser refletidas. Não é possível separar a relação existente entre o comportamento das pessoas em sociedade e suas relações com as instâncias institucionais. Na tentativa de compreender o que seria uma sociedade justa e como a justiça poderia ser promovida e vivida, é necessário considerar abordagens de maior amplitude e suas interconexões inseridas na factualidade, inclusive as questões referentes à equidade e à imparcialidade. Muitos são os desafios e os dilemas quando se trata de justiça, do ser justo numa sociedade justa. No que tange à justiça, é fundamental reconhecer as relações existentes entre a necessidade de adequação das organizações e o comportamento das pessoas, a vida que as pessoas são capazes de levar de acordo com suas necessidades que são diferentes. Aqui entram as questões da equidade na justiça e na política. Tanto a face formal e institucional da justiça, como a face mais íntima do sentimento pessoal de justiça, precisam encontrar uma linguagem que possa fazer da vida e do vivido um caminho onde o bem, o belo e o justo possam dialogar com respeito e equidade.

Abraços   ****

Vivi

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