JUSTIÇA – CURA E ABUNDÂNCIA

É inegável que a experiência de justiça seja uma necessidade humana básica. O senso de justiça é uma marca biológica. O crime, a ofensa, a violação do sentido da vida é um rompimento com a própria vida. O estado de equilíbrio, de balanceamento e homeostase, garantem as conexões biológicas e psíquicas do humano, sendo os nutrientes para  a sustentação saudável do organismo humano em convivência. A justiça como marca biopsíquica e como instituição social, pode ser a proteção e a cura para que a violência não seja recorrente. Como abundância, a justiça pode trazer à luz algo novo, criativo, através dos processos de mediação e diálogo. A justiça tem a capacidade de recriação de estados que violam a vida. Em seus aparatos biopsíquicos, a justiça tem a potência da inteligência e do discernimento para a transformação dos estados que violam a vida. Enquanto  instituição, a justiça tem os meios legítimos para a sustentação de relações equânimes. Contudo, tanto biopsiquicamente como institucionalmento, o humano necessita de uma consciência comprometida com a verdade, com a honestidade ao que “é”, ou seja, o compromisso determinado com os valores que sustentam o equilíbrio saudável da vida e de suas relações, em todas as instâncias do vivo.

Abraços   ****

Vivi

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