INOVAR SIM, REGULAR TAMBÉM

 

A palavra “inovação” é a que mais aparece quando ciclos encerram e outros iniciam. Inovar, transformar, renovar,  são termos da galeria de itens como ‘liberdade’, ’democracia’, ‘verdade’, ‘transparência’, que além da evidência em seus significados, trazem virtudes inerentes e indiscutíveis que todos almejam.  Todos querem inovar: instituições, programas governamentais, empresas, associações, equipes, pessoas.

A cultura da inovação permeia os meandros públicos e privados. Instituições científicas buscam pesquisas e projetos inovadores. É inegável a importância e o sentido da busca por algo novo, trazendo com a  criatividade a curiosidade que alimenta a continuidade do processo de busca pelo novo. Porém, a necessidade de ‘observação’, ‘contenção’, ‘regulação’, ‘adaptação’, são também elementos fundamentais para o equilíbrio e autorregulação dos sistemas. Sem raízes sólidas, os vetores para o novo, perdem a sustentabilidade para a desmedida. É uma questão de atitude e experiência encarnada.

O discernimento, fruto da atenção e reflexão, é um dos elementos fundamentais para sustentar a balança equilibrada. Inovar como regular, são inseparáveis, pois são eles que mantêm o fio de prumo na dinâmica do equilíbrio. Quando a regulação se encaixa com a inovação, junto com a verdade e a liberdade, o ‘progresso’, tão desejado por todos e em todos os lugares, tem espaço e tempo para se expressar.

Mas, para que isto aconteça, um detalhe é decisivo: tudo começa na consciência da pessoa, do sujeito, do indivíduo, do cidadão, do ser humano vivo.

Abraços    ****

Vivi

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