INDOLÊNCIA MALEVOLENTE

“Sob a influência de uma indolência malevolente, é sem dúvida mais fácil renunciar a tornar-se melhor, do que reconhecer a existência da bondade humana e fazer esforços para cultivá-la.” Com esta reflexão o escritor, orador e monge budista, dedicado ao cultivo das práticas contemplativas budistas, nos alerta sobre a importância de mantermos um estado mental atento às armadilhas mentais, que depreciam de forma sistemática a bondade humana e todo o potencial transformativo, que toda pessoa humana possui, independente de classe social, religião, sexo … Todo ser humano possui o potencial da solidariedade. Todos podem contribuir para impedir que as vozes destruidoras da preguiça mental convença a si e aos outros, de que nada pode ser feito diante da maldade. Lembrando que o mal só se evidencia se for alimentado.Então, quem alimenta as guerras internas do humano senão ele próprio? Quem alimenta a confusão mental senão a própria pessoa?  Se não tomarmos consciência de uma atitude indolente jamais sairemos das armadilhas da preguiça, que gera sofrimento para si mesma e para os que estão no seu entorno. A saída é fácil e está sempre disponível, basta querer sair.

Abraços   ****

Vivi

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