ESTILO  DE  VIDA

Cada pessoa escolhe o seu jeito de viver mas, será que realmente somos livres? Será que realmente temos consciência das escolhas que fazemos em relação ao estilo de vida que adotamos no cotidiano? O que se observa é que, muitas pessoas apenas seguem de forma automática e repetitiva um certo estilo de vida por influência dos ambientes onde vive e convive, por influência da história pessoal e das pessoas em sua volta. A convivência em ambientes e com pessoas solidárias, afetuosas, equilibradas, com bom senso, favorece estilos de vida mais salutares que por sua vez, favorecem escolhas e respostas com mais discernimento diante das pressões, das tensões, dos desafios estressantes do cotidiano, sobretudo para quem vive em grandes centros urbanos. Conviver em grupos onde a hostilidade e o enfrentamento mal-adaptativo é a constante, estilo de vida insalubre se torna frequente,  causando grandes sofrimentos e disfuncionalidades para o corpo, para a vida psíquica, emocional e relacional. Nestes espaços, a convivência com o estresses e as fontes estressoras se cronificam. Lembrando que nem sempre a precariedade das condições materiais são os fatores imediatos. Há relações onde o que acontece é a miséria psíquica e relacional e não, a miséria material. Fato é que, estilos de vida podem determinar padrões adaptativos de respostas  ao estresses. A boa notícia é que, sempre é possível mudar os cenários, ou seja, a cura sempre é possível dentro das possibilidades mas, é necessário esforço e determinação para mudar estilos de vida insalubres para estilos de vida mais equilibrado e saudável portanto, atenção. O cultivo de uma consciência que está atenta para se reconhecer e reconhecer as circunstâncias sempre está disponível, basta querer com boa vontade.

Abraços   ****

Vivi

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