CONFIANÇA, DESCONFIANÇA E APATIA

Sem confiança desconfiamos. Nada desconfiança de tudo a desesperança penetra com grande rapidez a apatia não é novidade. Apatia nas ideias e na política. Pela incapacidade de compreender a imensa complexidade das questões apresentadas no cotidiano das relações públicas e privadas, nas relações do pessoal e do social, o que resta é a apatia depois da desconfiança do outro, do mundo e de si mesmo. Restabelecer a confiança  frente às incertezas tem sido o desfio permanente em tempos de grandes mutantes. A complexidade das situações pessoais e sociais em que nos encontramos, exige um pensar complexo para um agir sistêmico. Pensar a complexidade é estar aberto ao aleatório, ao criativo, ao novo, sem perder o valor dos valores nem o sabor dos saberes. É ter clareza da dinâmica permanente, de que os processos são orgânicos e que os organismo vivos se modificam, se interconectam, se interdependem. Confiar é estar seguro por um eixo ético interno e ao mesmo tempo, é estar disposto a suportar a realidade e as “verdades provisórias”.

Abraços   ****

Vivi

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