COISAS HUMANAS …

“Coisas humanas, demasiadamente humanas” como diria o filósofo, parecem pequenas demais diante da grandiosidade da alma. Manter a serenidade nos momentos onde a infelicidade insiste em se apossar do corpo, da mente e da alma, é fruto de um exercício interior permanente do ser consciente de si mesmo. Aprender a movimentar-se, aprender a pausar, a girar e ampliar o olhar na busca de uma perspectiva ampliada, para poder compreender e suportar uma certa visão da realidade, sem se deixar cair nos aprisionamentos das coisas demasiadamente superficiais e supérfluas. O exercício de uma consciência que almeja o maior e o mais pleno de si mesma, sem atribuir importância demasiada às mazelas do “espírito”, é saber sustentar calma e serenidade na infelicidade, sabendo que tudo é passageiro. Reconhecer que, apesar das coisas demasiadamente humanas da superficialidade humana, existe um espaço de sabedoria onde a essência da pessoa humana pode eternizar-se.

Abraços  ****

Vivi

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