CANALIZAR OS IMPULSOS NEGATIVOS

O conviver contemporâneo tem evidenciado de forma contundente, a dificuldade de relacionamentos entre pessoas, grupos, sociedades e culturas. O estresse tomou conta dos espaços públicos e privados, causando estranheza, impetuosidade, isolamento, baixíssima tolerância, imposições de todas as ordens. O que fazer com as nossas emoções em um mundo de diversidades? Estamos imersos na agitação, nas exigências, nos excessos de sons de uma imensa polifonia, estímulos para todos os lados onde a natureza tende a ficar em segundo plano. A poluição das luzes impedem o admirar do céu da noite. Este cenário, sempre o mesmo para todos os lados, tem causado confusão mental e emocional. Estamos perdendo o propósito de nossa existência. Então, o que fazer? Como lidar com as nossas emoções, que é muito mais veloz que a nossa capacidade de ponderar? Haveria algo que poderia auxiliar a pessoa humana a controlar melhor sua mente, canalizando criativamente os impulsos destrutivos? Haveria algo que poderia permitir o reconhecimento das emoções destrutivas no seu nascedouro, impedindo que elas se manifestem, ou que sejam transformadas? Esta tem sido uma busca de pessoas que ao longo da história humana, que se dedicaram intensamente para encontrar as vias mais dignificantes para o viver e o conviver dos seres  humanos. Também tem sido uma busca de grandes pesquisadores, neurocientistas, psicólogos, biólogos em diversas universidades pelo mundo a fora. De tudo o que se tem compilado, juntamente com a tecnologia disponível para os pesquisadores, a Meditação na Plena Atenção tem sido um caminho que a cada dia vem sendo apontado como mais efetivo. Para canalizar nossos impulsos destrutivos, a proposta dos pesquisadores que se dedicam a estabelecer um diálogo entre ciência e espiritualidade tem sido, a prática regular e disciplinada da Meditação na Plena Atenção.  Uma prática que requer conhecimento, reflexão, acompanhamento e ética.

Abraços   ****

vivfi

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *