ALTERANDO A ABORDAGEM – ATITUDE LUMINOSA

Apontar defeitos e deméritos das pessoas, tem sido uma forma aprendida na história cultural, que persiste até os dias de hoje em nossos relacionamentos, na vida pessoal e nos processos educativos. Nossa mente tem sido “treinada” para desqualificar o outro, como um meio covarde de esconder secretamente a cobiça, o ódio, a inveja, o medo, que temos do outro e o desejo insaciável de sempre querer mais e mais da vida, como se ela sempre fosse devedora. Esta atitude lamentável da alma humana, tem sido fonte causadora de inúmeros sofrimentos para o outro, sem perceber que, aquele que alimenta estes sentimentos é o primeiro a sofrer. Sair deste vício interno, tem sido um desafio para todas as tradições religiosas. Porém, se pudêssemos compreender que ao invés de suprimir nossa humanidade, poderíamos cultivar as emoções positivas da gratidão, da alegria, da compaixão, seríamos fonte luz e engrandecimento para nós mesmos e para todos à nossa volta. Ao invés de escondermos de nós mesmos, nossos impulsos mais primitivos da violência, reprimindo-os de forma violenta, poderíamos cultivar os bons sentimentos como o afeto e a benevolência. Em lugar de usar a força para abster-nos da mentira, poderíamos conclamar nossos esforços sinceros, para que tudo que fosse dito ou pensado fosse feito de modo verdadeiro, correto, claro, benéfico, gentilmente amoroso. Poderíamos aprender a viver a alegria da liberdade quando o discernimento, o bom senso, a honestidade amorosa, brotam espontaneamente da nossa mente e do nosso coração. Esta transmutação na forma de pensar e agir das pessoas, é um dos caminhos para a “cura” pessoal e social.

Abraços    ****

Vivi

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