ABRINDO AS PERSPECTIVAS

Frente aos incontáveis desafios que a comunidade mundial e a “família humana” tem se deparado na aurora do século XXI, os sinais para a construção de um outro mundo, apontam para a necessidade de nos voltarmos para uma atitude de ampliação de nossas perspectivas. Seja nas questões dos preconceitos,seja em relação aos estereótipos, é urgente uma disposição para um querer olhar e dialogar. Tanto os preconceitos velados como os explícitos, é necessário uma atitude de reconhecimento para assumirmos abertamente, no plano individual como no coletivo, preconceitos de superioridade de uma raça sobre a outra, de uma religião sobre a outra, de um gênero sobre o outro, de uma cultura sobre a outra. Além disto, é necessário que questionemos honestamente o fundamento de nossas convicções e de nossas falsas crenças. É necessário ter a coragem de assumirmos a responsabilidade pessoal para fazer as mudanças. Sair dos discursos que só jogam com as palavras mas, não transformam atitudes nem revelam a toxidade das falsas crenças, geradoras de hostilidades e violências das mais diversas formas. Abrir novas perspectivas depende sobretudo de uma mudança de olhar pessoal. Tudo começa na vontade do indivíduo, do sujeito de si. É necessário oferecer oportunidades para que os olhares se ampliem e possa surgir a compreensão, a boa vontade. Sem um querer pessoal não há transformação e sem oportunidade para compreender, também não poderá haver transformação. Transformar é ação! Lembrando que, para mudar é necessário saber onde estou e para onde vou, de onde venho e para onde quero ir senão , continuaremos repetindo condicionamentos e criando mais violências e ressentimentos.

Abraços    ****

Vivi

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