A VIDA É A VIDA

O que é a vida, pergunta um sujeito? A vida, criatura humana, é a sua ligação com a vida! É a ligação que temos e fazemos com a vida e com o nosso viver, que faz a nossa vida e nosso viver. Como você se liga à tua vida? Que tipo de conexões você estabelece com a tua vida, com a vida e com a “alma da vida”? A vida quando você aqui chegou já existia e quando você sair deste mundo vivo, a vida continuará, independente da tua vontade. A vida é como ela é, sempre plena de forças e intensidades.

Abraços   ****

Vivi

ALEGRIA DE VIVER

Como disse o poeta: “é melhor ser alegre do que triste …”! Porque a alegria quando viva e consciente de si mesma, é a “melhor coisa que existe”. Bom humor, esperança, otimismo, caminham em parceria com a alegria que nasce de um coração amoroso. Apesar dos pesares …”navegar é preciso”! Acertando as velas, manejando-se em meio as ondas, em mares bravios como em calmarias, mas … sempre navegar. Numa casquinha de noz, navegamos nos mares da vida. Sabedoria é saber se manejar com alegria, pois é navegando que se aprende e aprender, já é em si mesmo uma grande alegria de viver.

Abraços   ****

Vivi

 

MODELO DE PENSAMENTO

Sempre é bom considerar que modelos e ordenações servem para direcionar os limites facilitadores da convivência. Quando modelos de pensar se tornam impositivos na tentativa de se colocarem como valor à frente da vida, ele gera sofrimento. O modelo de pensar racional e racionalizante que acompanha a história humana, tem evidenciado uma necessidade urgente de transformação pela sua própria incompletude. O humano é um ser de pensamento mas, é também um ser de sentimentos e afetos. Impossível é negar a sensibilidade da vida humana. Impossível é sobrepor a lógica da razão acima do sentir. O humano é um ser de afetos. Afetamos e somos afetos pela vida, pelo viver, pelo conviver com o mundo interior da subjetividade e pelo mundo exterior dos ambientes e acontecimentos. Uma das fontes de sofrimento humano é querer reduzir toda uma vida exclusivamente a um raciocínio lógico e quantitativo. Iremos todos adoecer!

Abraços   ****

Vivi

 

 

ADOECER DE SI MESMO

Em tempos onde os ventos são bravios e tempestuosos, onde os silêncios guardam uma dor de viver, pode indicar para um ser distante de si mesmo, um decréscimo importante na sua qualidade de vida. Um estado saudável de corpo necessita de um estado mental saudável. Necessita a preservação de um ambiente interno e externo cuidadoso com a saúde em todos os contatos e em todos os encontros, sejam eles mais próximos ou mais distantes.  Preservar encontros e relações saudáveis é cuidar da saúde de si mesmo e dos relacionamentos. Adoecemos quando nos perdemos de nós mesmos.

Abraços   ****

Vivi

COMPREENDER A FRAGILIDADE

A compreensão da fragilidade da pessoa humana, já é um grande passo na direção para um viver ético. O reconhecimento da potência da vida, da imensa potencialidade do ser humano, comporta a aceitação da fragilidade, do contraditório como constituintes da vida humana. A prepotência da racionalidade insiste em querer comprovar que a lógica da previsibilidade oferece certezas e definições mas, a vida e o viver estão muito além de um modelo racional de pensar.  Assumir e incluir a fragilidade, a dúvida, o paradoxal, o contraditório no viver e conviver, é abrir espaço para a alegria e o contentamento.

Abraços   ****

Vivi

 

O CORPO

Negar o corpo é negar a vida! O nosso corpo durante longo tempo na história humana foi negado e desconsiderado, entendido como o local “do pecado”. Contudo, sabemos perfeitamente que, no corpo está a fonte da potência, dos pulsos e das pulsões, do pensamento e da sensibilidade, dos impulsos e das memórias, das intensidades e da vontade. Conectar-se ao corpo, habitar um corpo, viver a sua corporeidade é reconhecer-se como sujeito vivo no mundo vivo. Somos corpos pensantes, que se emociona, que tem uma consciência, que traz toda a memória histórica da espécie humana e da natureza. Quanto mais próximos do pulso da vida estivermos, através de nossas conexões com o corpo vivo, mais plenos da potência vital poderemos nos sentir. Habitar um corpo, habitar uma subjetividade e uma intersubjetividade, pode ser um caminho de realização pessoal.

Abraços   ****

Vivi

VIVER ETICAMENTE!

Viver eticamente requer reflexão. Pensar e pensar bem, faz parte de uma vida ética. Pensar e respeitar acordos sociais, condiz com uma postura ética, com um sujeito ético. Viver eticamente, é ter a vida como um valor de primeira grandeza. É pensar e pausar para refletir com inteligência e delicadeza. A ética contempla o pensar, o sentir e o agir com respeito aos acordos consensuais e responsáveis. A ética contempla o bom senso, a boa vontade, a ponderação, a prudência, a coragem e com ela a humildade. O sujeito ético é atento e vigilante, é suave e firme, momento a momento, minuto a minuto.

Abraços   ****

Vivi

VIDA

A vida é simplesmente um grande jogo de forças e intensidades. Uma dinâmica em permanente pulsação, dotada de potência e múltiplas conexões. Vida não é planilha! Vida não é certeza! Vida não é lógica controladora em previsibilidades! Vida é vida. Se aceitarmos mudanças, impermanências, interconexões, fragilidades, contradições e soubermos nos manejar nestes mares, poderemos, nós humanos, viver a poética poesia que as intensidades vivas nos oferecem, criando e recriando-se a cada instante do viver. A vida é sempre um devir, um “vir a ser”.

Abraços   ****

Vivi

UM SILÊNCIO QUE RESGATA

Silenciar os pensamentos, acalmar os impulsos emocionais, estar consciente de si nos encontros consigo mesmo, com o outro e com o mundo relacional, pode ser nutrido quando o “coração” aprendeu a sorrir amorosamente. Sorrir com o coração é uma experiência do sentir, que pode acionar estados de contentamento amoroso e senso sublimação. Acalmar a mente com generosidade e compreensão, é acolher um coração bondoso. Saber silenciar é nutrir a sabedoria interior.

Abraços   ****

Vivi

 

 

 

FALAR DAS MÁSCARAS

Desprovidos de consciência de si mesmo, muitas pessoas andam por aí apenas representando seus papéis em seus personagens, através das máscara coladas na consciência. Sem consciência das representações, quem se relaciona e se movimenta com o mundo são as máscaras, aquelas formas que se repetem e se reproduzem no automatismo de um ser. As máscaras falam e mostram ao mundo os medos, as inseguranças, as fragilidades das pessoas que apenas reproduzem formas porque não conseguem interagir com imensa potência da vida. Descolar as máscaras das representações, é ter a coragem e a humildade de ser quem se é verdadeiramente.

Abraços   ****

Vivi