CONSUMO E ANGÚSTIA

Quando a vida começa a perder o sentido e o significado, a desorientação aparece e muitos sentimentos se apropriam da nossa alma. O “Homem” do ressentimento é aquele que se sente indignado pelos acontecimentos, apresentados enfaticamente pela mídia , através de todos os seus canais, gerando impotência para qualquer possibilidade de ação. O ressentimento possui muitas armadilhas, como sentimentos de culpa, dívida, renúncia, carência e a própria angústia. Diante destes sentimentos , o consumo passa a ser uma das respostas. Capturado pelos sentidos , a pessoa consome sem pensar e quanto mais consome mais impotente, frustrada e angustiada se sente. O que fazer? Se somos todos vivos e potentes, portadores de consciência e com ela a capacidade de reflexão, nada melhor do que parar, pausar para refletir, abrindo-se para querer compreender-se. A dificuldade está muito mais no querer para o fazer do que propriamente nas inúmeras “receitas” terapêuticas que o mercado oferece. Sem o cultivo de uma verdadeira e sincera disponibilidade interna, associada a uma boa dose de coragem e discernimento, bom senso, nada acontece, afinal o “milagre” não vem de fora mas de dentro de cada um de nós, se assim o quizermos.
Abraços ****
Vivi

CONSUMO E ANGÚSTIA

Quando a vida começa a perder o sentido e o significado, a desorientação aparece e muitos sentimentos se apropriam da nossa alma. O “Homem” do ressentimento é aquele que se sente indignado pelos acontecimentos, apresentados enfaticamente pela mídia , através de todos os seus canais, gerando impotência para qualquer possibilidade de ação. O ressentimento possui muitas armadilhas, como sentimentos de culpa, dívida, renúncia, carência e a própria angústia. Diante destes sentimentos , o consumo passa a ser uma das respostas. Capturado pelos sentidos , a pessoa consome sem pensar e quanto mais consome mais impotente, frustrada e angustiada se sente. O que fazer? Se somos todos vivos e potentes, portadores de consciência e com ela a capacidade de reflexão, nada melhor do que parar, pausar para refletir, abrindo-se para querer compreender-se. A dificuldade está muito mais no querer para o fazer do que propriamente nas inúmeras “receitas” terapêuticas que o mercado oferece. Sem o cultivo de uma verdadeira e sincera disponibilidade interna, associada a uma boa dose de coragem e discernimento, bom senso, nada acontece, afinal o “milagre” não vem de fora mas de dentro de cada um de nós, se assim o quisermos.
Abraços ****
Vivi

LIMITE E LIBERDADE – ALICERCE DA DIGNIDADE

Se perguntarmos a qualquer pessoa se ela gostaria de viver aprisionada, certamente a resposta seria negativa. Se perguntarmos se ela quer ser respeitada em sua vida, a resposta seria afirmativa. Então podemos concluir que, ser livre é algo fundamental. Contudo, será que somos verdadeiramente livres? Será que o respeito é um valor preservado em cada um de nós? Sabemos que se eu não preservar o respeito em mim, se eu não me der ao respeito, ninguém poderá me dar e se eu não souber me respeitar não terei como respeitar o outro. Em meio a tantos estímulos para consumir, coisas, idéias e modos de ser, nos entregamos irrefletidamente a padrões condicionantes e abdicamos da nossa liberdade. A liberdade é um estado a ser cultivado dentro da ética e ética pede limites norteadores da existência. Ninguém vive sozinho. O viver se faz junto com todos os outros seres vivos, na diversidade da vida, coexistindo. Liberdade e limite pedem discernimento, bom senso, consideração, adaptação, autonomia que rege uma lei interna, escolhida na liberdade que preserva respeito e dignidade. Edgar Morin nos propõe a auto-ética, cultivada pela pessoa que não abdica de sua liberdade, preserva sua dignidade e se dá ao respeito, sempre. Nesta crise de autoridade e libertinagem, do sem limite, que vivemos neste contemporâneo, onde o mercado, o lucro, o levar vantagem, tem determinado escolhas de muitas pessoas, fica evidente um total desfacelamento do tecido social, onde a angústia se apropria, deixando muitos de nós desnorteados, sem sentido e significado para suas vidas comprometendo a própria vida. Não conseguimos mais olhar no rosto do outro e reconhecer neste olhar a nossa verdadeira humanidade, a razão da existência. Quem sabe tenhamos que aprender a lidar com limites que possam alimentar o AUTO, o Self, o melhor e o maior de cada um de nós. Respeito.
Abraços ****
Vivi

O HOMEM DO RESSENTIMENTO

Vivemos imersos em imagens. A mídia, as redes sociais, a publicidade, celulares, fones e I-fones, TVs , tudo é imagem, onde o mercado estimula e gera o consumo constante, criando necessidades para manter a roda do consumo em alta velocidade. Sem tempo e sem espaço para refletir, o sentimento de impotência frente aos fatos, gera um cidadão indignado porém, impotente. Sendo a violência fotogênica, as telas da comunicação exploram com todo vigor possível cenas sociais marcando através do imagético, o pior da condição humana, fruto de grandes explorações históricas e contemporâneas. Na impotência frente à velocidade com que são apresentadas as imagens, altamente mobilizadoras da emocionalidade, o que sobra é o Homem do ressentimento. Capturado, o humano fica aprisionado nas armadilhas deste ressentimento geradoras de culpa, dívida, renúncia, ausência, angústia. Então o que fazer? Há que resistir gerando a força do des-criar para o re-criar. Vivificar o ato de criação como um ato de pensamento, de reflexão e, portanto, de criatividade para não se deixar contaminar por este jogo sedutor e maléfico de um mercado sem rosto que corrompe o melhor e o maior do ser humano. Resistir com coragem, determinação e grande amorosidade na qualidade atenciosa.
Abraços ****
Vivi

SERÁ QUE ESTAMOS PREPARADOS MORALMENTE ?

O século XIX foi o século da física, o século XX foi o século da biologia e o século XXI? A ciência avança com grande rapidez apresentando à comunidade mundial cada vez mais descobertas em todas as áreas do saber. Os recursos tecnológicos são altamente refinados e novas possibilidades são colocadas no mercado, disponíveis ao cidadão comum. A ciência produz conhecimento. Tecnobiologia, programas de pesquisa genética e nuclear, transgênicos, inegavelmente são grandes avanços porém, acredito que algumas perguntas também são cabíveis: será que a humanidade está preparada moralmente para receber e lidar com os grandes avanços da ciência? A que e a quem a ciência está destinando suas pesquisas, para a preservação da vida ou para a preservação dos interesses de minorias, que fazem uso da ciência para ampliar os arsenais bélicos, construindo bombas cada vez mais letais? Se não “educarmos” a humanidade para refletir, problematizar e encarnar vividamente os valores éticos, penso que estamos fadados ao fracasso, o homem destruindo o próprio homem. Há que pensar e agir com clareza e determinação, que futuro queremos para as nossas futuras gerações?
Abraços ****
Vivi

BELEZA E TRISTEZA

Todo ser humano tem a possibilidade de viver diferentes emoções, às vezes em só dia. Nos encontros, nos acontecimentos da vida, as emoções se expressam alterando a fisiologia e o metabolismo do corpo vivo. O fato é que nós humanos somos seres emocionais e são as emoções que nos mobilizam, tanto para o bem como para o mal. Quanto mais próximos estamos do reconhecimento das nossas emoções, qual o gatilho que as fazem disparar gerando respostas mais ou menos conectivas, melhor nos adaptamos aos ambientes, podendo de forma mais favorável gerenciar todo um processo biorelacional. Culturalmente, temos sido educados para viver as boas emoções, afinal o vivo tende a se aproximar do prazer, daquilo que favorece a sua vida para prosseguir vivendo e se afastar das situações desagregadores que impedem o fluxo vital. Neste contemporâneo temos sido intensamente estimulados a viver o prazer e o prazer imediato. O desprazer não é valorizado culturalmente, ele não cabe nunca. Todos nós queremos nos aproximar da beleza e nos afastar da tristeza, é natural, porém a tristeza traz consigo grandes belezas. Ocorre que, quando estamos capturados pela tristeza não conseguimos enxergar nela a beleza das possibilidades de transformação e renovação da nossa vida. Então se refinarmos o olhar, a percepção, certamente poderemos ver que a tristeza pode trazer grande beleza, assim como a beleza efêmera pode igualmente ser portadora da tristeza.Observe!
Abraços ****
Vivi

PROTAGONISTA DE SI MESMO

Ser um Ser Humano é habitar territórios, é viver histórias pessoais e culturais, é trazer consigo memórias de experiências vividas, é ser um ser de existência.Todos nós somos uma ecologia nas ecologias sociais e ambientais. Vivemos conjuntamente passados e futuros em cada presente, nos ambientes, nas redes, conectando com redes virtuais e operacionais. Funcionamos nos mais diferentes grupos cada um a seu modo, na pluralidade e singularidade do vivo. Cada ser humano é um centro em si mesmo, é um centro de uma história que protagoniza diferentes processos existenciais. Ser protagonista de Si mesmo é viver, articular, funcionar, relacionar com toda a diversidade biocultural, de forma consciente da magnitude que é ser um Ser Humano, afinal a vida é sagrada, como sagrada é a existência de Si e em Si Mesmo.
Abraços ****
Vivi

SAÚDE PULSÁTIL

O vivo pulsa, expande e recolhe permanentemente, nos ambientes, nas ecologias, nos encontros. Fazendo corpo,fazendo tecido, absorvendo, excretando, interconectando, bombeando de dentro para fora e de fora para dentro, o vivo é um processador. A saúde é pulsátil. Saúde é um estado de preservação da qualidade do pulso vivo, no vivo, nos ambientes vivos. Adaptação, conexão, construção, transformação, são os elementos que podem assegurar o fluxo constante do ser vivo. No “Universo” biológico, fisiológico, histórico, nada é estático, todos os constituintes estão em constante permeabilidade, para dar conta da passagem da vida pelos canais de circulação da potência da vida. A vida segue, ela quer prosseguir,é seu destino e propósito. Estamos todos em processo, somos processadores ambientais.O corpo dialoga com a emocionalidade,com as memórias, as histórias pessoais, sociais e culturais de cada pessoa nos contextos relacionais. A corticalidade e a subcorticalidade conversam e constroem, se construindo no processo evolutivo. Expandindo e recolhendo a vida mantém o pulso na dinâmica do micro e do macro, nas estruturas que compõe cada ser vivo dentro do grande fluxo da vida. Preservar o pulso é preservar a qualidade pulsátil da saúde. Então o segredo talvez seja saber COMO captar, perceber e viver o pulso vivo do vivo. Este dispositivo está em cada ser humano vivo, basta acessa-lo. Simples?
Abraços ****
Vivi

SAÚDE PULSÁTIL

O vivo pulsa, expande e recolhe permanentemente, nos ambientes, nas ecologias,nos encontros. Fazendo corpo, tecido, absorvendo, excretando, interconectando, bombeando de dentro para fora e de fora para dentro, o vivo é um processador. A sáude é pulsátil. Saúde é um estado de preservação da qualidade do pulso vivo, no vivo, nos ambientes vivos. Adaptação, conexão,construção, transformação,são os elementos que podem assegurar o fluxo constante do ser vivo. No Universo biológico, fisiológico, histórico, nada é estático todos os constituintes estão em constante permeabilidade, para dar conta da passagem da vida pelos canais de circulação da potência da vida. A vida segue quer processeguir.

ATENÇÃO, CONCENTRAÇÃO E PRÁTICAS MEDITATIVAS

Meditação – o que é
E benefícios da prática

A meditação consiste de práticas diárias envolvendo essencialmente concentração e a atenção, proporciona:

– descanso físico, mental e emocional

– aumento da capacidade de concentração

– maior auto-liderança

– maior liberdade de escolha

– senso de identidade mais livre e mais rico em possibilidades.

Segundo Lia Diskin, em entrevista à revista SuperInteressante em março de 2001, os benefícios da prática da meditação para a saúde, a inteligência e o equilíbrio psíquico são:

“A meditação reduz a ansiedade, torna a respiração equilibrada e profunda e melhora a oxigenação e a freqüência cardíaca. Seu reflexo no sono é um repouso mais tranqüilo, sem interrupções. Além disso, ela atenua enxaquecas e resfriados, acelera a recuperação no pós-operatório e auxilia a digestão alimentar. No campo psíquico, a prática mantém a pessoa num relativo estado de equilíbrio, com uma lucidez que a impede de entrar em conflitos emocionais internos, principalmente de origem afetiva. Há, por parte de quem a pratica, muito mais clareza mental, objetividade, paciência, compreensão e justiça.”

Fonte: site – www.possibilidades.com.br/meditacao

Quer mais?

Venha fazer o curso e desfrutar dos benefícios desta prática.

Facilitadora: Maria Elvira Ribeiro Tuppy (Vivi) é psicopedagoga e bioterapeuta, pesquisadora auto-sustentada há 30 anos, coordena grupos e é instrutora de Práticas Meditativas com formação pela Associação Palas Athena/SP.

Dias 26 e 27 agosto.
Inscrições: (18) 3622-7053 ou [email protected]